28 28UTC Novembro, 2007
Enquanto uma das revelações dessa temporada deixa a Copa do Brasil, os outros times seguem adiante, sem muito a acrescentar à história do futebol.
O time do Pinguim Enxaqueca deixou o estádio em clima de tranqüilidade hoje, após a derrota por 4×2 na Copa do Brasil. “Estamos tranquilos, sim. A Copa é um evento importante para todos os times, mas depois dos últimos resultados do Pinguim na liga, decidimos que a Copa pode ficar para a próxima temporada“, afirmou o dirigente do Clube, Daniel Trezub. E acrescentou: “Um planejamento só é bom se pode ser alterado e adequado às situações novas que se apresentam. Foi o que aconteceu com o Pinguim. Queríamos dar prioridade para a Copa, mas mudamos o rumo“.
Mesmo jogando com a escalação reserva o time das aves antárticas mostrou que não se entrega tão fácil. “Estávamos acompanhando o adversário e sabíamos que seria um jogo difícil, mas isso não quer dizer que seria um jogo perdido“. Otto Kellokumpu, autor de um dos dois gols da partida, parecia chateado ao deixar o gramado, mas o técnico do time o animava visivelmente, elogiando sua atuação.
Agora o Pinguim tem o Bagaludos (4º lugar no campeonato, eliminado da Copa) pela frente no próximo Domingo, e espera manter os bons resultados. De acordo com Dejan Milanić, o time “sabe que manter essa média de gols vai ser difícil, mas vai fazer o possível para continuar no topo da tabela“.
O 7 Palmos segue na copa após marcar os mesmos 4×2 sobre um timinho qualquer aí, enquanto o Brawlers enfiou 5×0 no adversário, com direito a um pênalti no 1º minuto de jogo e dois gols de Marica Dá-lhe. Se o penal tivesse sido o único gol do Brawlers a torcida adversária poderia passar o resto da temporada reclamando, mas com um placar de 5×0 ninguém tem muita moral para reclamar de um pênalti roubado. E, como se não bastasse a torcida gritando “Marica, dá-lhe! Marica dá-lhe, ô lê, ô lê, ô láááá“, Wolmiu Galcia Juniou teve que substituiu o latelau, já que Diego Feliu.
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7 Palmos, Copa do Brasil, Pinguim Enxaqueca, Tangará Brawlers |
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Escrito por Daniel Trezub
13 13UTC Julho, 2007
Fim de temporada, máquinas cercando o estádio, nada de jogo no domingo…enfim…pouco para se fazer. Então vamos à algumas estatísticas sobre o Brawlers. De todos os gols marcados na temporada 19, em jogos oficiais (Copa, Temporada e repescagem), os setores que mais contribuíram foram:
Defesa: 5 gols
Meio Campo: 16 gols
Ala: 9 gols
Ataque: 20 gols
O predomínio da formação foi o 3-5-2, com raras alternâncias para o 4-5-1.
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Curitiba Brawlers, Tangará Brawlers |
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Escrito por Chrys Meissner
9 09UTC Julho, 2007
[Curitiba] – “O raio não cai duas vezes no mesmo lugar”, foram essas as palavras do manager do Brawlers após a confirmação da equipe na V divisão por mais uma temporada. Na última repescagem que participou, a equipe amargou o rebaixamento mas dessa vez foi bem diferente e a vitória sobre o Gregos por 5×0 só mostrou que o conjunto atual está preparado para disputar uma divisão bem mais difícil. “O balanço final foi muito positivo. Fizemos uma bela Copa do Brasil e mesmo com um elenco que não era o ideal, vários problemas de contusão e forma, tiramos pontos preciosos dos líderes da tabela. A nossa defesa continua sendo o ponto forte, algo que sempre foi a prioridade do time e não decepcionou”, foram as palavras do técnico Shimon Afek. Ainda segundo o técnico, mudanças no elenco serão mínimas. Essa informação só reforça que a prioridade para a nova temporada são as instalações e o estádio deve ser ampliado. Aliás, os custos da equipe na nova temporada serão altos pois toda a estrutura está sendo transportada para a cidade de Tangará da Serra, no estado do Mato Grosso. Motivo de muita controvérsia e especulação, a mudança está em curso e o Brawlers já passa a contar com um novo nome: Tangará Brawlers. Apesar da revolta de alguns torcedores que deixaram o quadro de sócios a diretoria vê com bons olhos a mudança, “Administramos a equipe como uma empresa. Se você olhar para os clubes das ligas de basquete, baseball, etc nos EUA, verá que é a mesma coisa. O mercado em Curitiba estava saturado e fomos atrás de uma cidade que era carente e que tinha torcedores fanáticos por futebol. A acolhida foi muito boa, tanto é que parcerias foram construídas a fim de montar uma estrutura tão boa ou melhor da que tínhamos no Paraná”.
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Curitiba Brawlers, Tangará Brawlers |
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Escrito por Chrys Meissner